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Ernestina Maria Cavalcante de Lima
Goiânia (GO)
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Direito Civil
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100%
É o principal ramo do direito privado. Trata-se do conjunto de normas (regras e princípios) que r...
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Ernestina Maria Cavalcante de Lima
Comentário ·
há 11 anos
Considerações sobre as mudanças na internet fixa
Flávio Tartuce
·
há 11 anos
Eduardo Cunha foi acusado por defensores do Marco Civil de ser um “lobista das empresas de telecomunicações, mas existem pessoas que não conseguem ver a quem realmente interessa esse estado de coisas e sai acusando qualquer um, inclusive, Dilma e Lula, que não são empresários.Por sua vez, Eduardo Cunha sempre fazendo algo para prejudicar. É assim que ele age diretamente no Sistema de telefonia e internet, especialmente na Vivo, que no Brasil é uma integração da Empresa Telefônica SA e, também comprou a GVT. Veja no link a http://noticias.terra.com.br/brasil/como-cunha-se-tornou-um-dos-políticos-mais-poderosos-do-paiseo-pior-pesadelo-de-dilma,58f5eed18ac8b4b3d6076a5728031070fra19438.html
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Ernestina Maria Cavalcante de Lima
Comentário ·
há 12 anos
Arruda envolve FHC, Gilmar Mendes e Napoleão Nunes em sua desastrada candidatura
Luiz Flávio Gomes
·
há 12 anos
Dr. Luiz Flávio Gomes, realmente, é uma honra ter um jurista de seu cacife. Fez uma análise coerente da situação brasileira, a qual é geradora de instabilidade e violência. O povo brasileiro não suporta mais esta situação, porém, precisa acordar e analisar a lógica da realidade e parar de ter consciência mágica e de ser manipulável por qualquer um.
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Ernestina Maria Cavalcante de Lima
Comentário ·
há 12 anos
“Comedora de placenta” ou vítima da violência obstétrica?
Pragmatismo Político
·
há 12 anos
Meu Deus, estou horrorizada com a situação, inclusive com o tema "Mulher come placenta", algo que não ficou demonstrado ter existido no caso. Vejo que a situação foi, simplesmente, de um lado uma mulher em trabalho de parto, a qual queria que ter um parto natural, porém, extremamente, nervosa naquele momento tão difícil de sua vida de fêmea, frente à dor (que pode ser muito intensa ou menos intensa, de acordo com as características físicas, psíquicas de cada mulher e, que no seu caso transparecia ser lascinante, vez que o bebê poderia estar muito apertado, numa bacia irregular para seu tamanho ou com pouca abertura óssea), por isso estava agressiva, enlouquecida, trespassada de dor e que, nos seus planos de mãe, tinha planejado o nascimento por parto normal e, em seguida, queria que seu filho lhe fosse entregue logo ao nascer, para acalentá-lo e amamentá-lo, diante da negativa, vociferou e perdeu completamente o equilíbrio e a compostura, o que é perfeitamente normal nestes casos, inclusive, porque naquele momento, fica bem claro que o estado puerperal acontece, também, durante o parto, motivando que a parturiente tem que ser muito bem preparada com antecedência para passar por aquele momento traumático. De outro lado, vê-se uma equipe de profissionais, totalmente despreparada para lidar com a alma humana, a qual não poderia lhe dirigir tantas palavras grosseiras, mesmo que sofressem alguma agressão por parte daquela mulher que estava igual fera enjaulada, diante de seu momento extremo em que, qualquer pessoa pode reagir como um animal: xingar palavras de baixo calão, brigar, gritar, berrar, espernear, chutar, chorar, morder. Naquela hora cabia àqueles profissionais se colocarem em seu lugar, ter muita paciência e educação, conversarem com ela, delicadamente, terem atitudes e palavras de carinho e estímulo, se possível, lhe fosse aplicado algum calmante para o sistema nervoso. Aqueles médico, jamais poderiam se igualar àquela mulher num parto tão sofrido como aquele, respondendo-lhe com agressividade em pé de igualdade com ela e tocando-lhe as partes íntimas com descuido e brutalidade, cortando-a sem prepará-la, machucando-a física e moralmente, afinal, todo ser humano sabe como é nosso sensibilidade à dor, então porque não agir com caridade com aquela coitada que estava num momento tão extremo e demonstrava não ter estrutura física, nervos e emoção preparados para enfrentar uma situação daquelas? Porque não amenizaram aquela luz intensa dentro da sala cirúrgica, que é tão irritante e intensifica o estresse da pessoa que está com a adrenalina nas alturas? porque não tiraram aquela plateia que estava lhe causando mais constrangimento e acintando seu sistema nervoso? Porque não lhe deram o bebê por uns poucos minutinhos e lhe explicaram, com calma e educação que, para o bem dele, diante da dificuldade do parto, o mesmo precisava ser melhor analisado pela profissional de pediatria? Realmente, se fosse minha cliente, com certeza iria ser requerente de uma ação de indenização por danos morais, sem falar no bebê que também seria requerente, pois ele, certamente, terá terrível trauma e poderá ter problemas em sua vida futura, podendo vir a ter qualquer tipo de transtorno psicológico ou mesmo, doença mental. Este procedimento tem que ser revisto e o Ministério Público tem que agir para criar meios de coibir novas práticas médicas desta forma. Além disso, urge que seja aplicada política do parto humanizado, as mulheres e, principalmente, os bebês agradecem. Veja o que diz no site: http://casamoara.com.br/normalxhumanizado-voce-sabe-mesmoadiferenca/.
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Aviso Esta edição é composta de um total de 584 páginas, dividida em 2 partes. Sumário . PÁGINA Presidência da República.................................................................... 1...
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